
Apesar de trabalhar com um resultado ligeiramente positivo para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2009, o governo, antecipando-se a críticas da oposição, já preparou o discurso para se defender caso o resultado do ano feche negativo.
Os técnicos do Ministério da Fazenda admitem a possibilidade de um PIB negativo para 2009, mas ressaltam que, mesmo assim, o desempenho do Brasil deverá ser um dos melhores do G-20, o grupo dos países mais ricos mais os principais emergentes.
A avaliação no governo é a de que a montagem desse discurso em defesa dos resultados da economia após um ano de crise é necessário para fazer frente ao seu uso político, durante o processo da campanha eleitoral. O que importa, de fato, ao governo, neste momento, é a continuidade de um ritmo forte da economia este ano, porque cria novos empregos, eleva a renda das famílias e amplia os investimentos. Um ambiente econômico favorável é considerado peça-chave na decisão de votos dos eleitores.
O governo deve adicionar a essa discussão o fato de que deixou o País preparado para enfrentar, com muito menos prejuízos do que ocorreria no passado, a pior crise mundial em 80 anos. Isso só foi possível porque, nos anos que precederam a crise, foi feito um ajuste fiscal - que reduziu a dívida pública líquida - e reforçada as reservas internacionais brasileiras. A projeção oficial do Ministério da Fazenda é de que o Brasil em 2009 teve um crescimento de 0,1%.
Os técnicos do Ministério da Fazenda admitem a possibilidade de um PIB negativo para 2009, mas ressaltam que, mesmo assim, o desempenho do Brasil deverá ser um dos melhores do G-20, o grupo dos países mais ricos mais os principais emergentes.
A avaliação no governo é a de que a montagem desse discurso em defesa dos resultados da economia após um ano de crise é necessário para fazer frente ao seu uso político, durante o processo da campanha eleitoral. O que importa, de fato, ao governo, neste momento, é a continuidade de um ritmo forte da economia este ano, porque cria novos empregos, eleva a renda das famílias e amplia os investimentos. Um ambiente econômico favorável é considerado peça-chave na decisão de votos dos eleitores.
O governo deve adicionar a essa discussão o fato de que deixou o País preparado para enfrentar, com muito menos prejuízos do que ocorreria no passado, a pior crise mundial em 80 anos. Isso só foi possível porque, nos anos que precederam a crise, foi feito um ajuste fiscal - que reduziu a dívida pública líquida - e reforçada as reservas internacionais brasileiras. A projeção oficial do Ministério da Fazenda é de que o Brasil em 2009 teve um crescimento de 0,1%.
1 comentários:
Podem criticar muito os governos Lula, mas que durante ele o Brasil se posicionou melhor com o restante do mundo isto é algo indiscutivel. Apesar de não concordar com a posição "em cima do muro" utilizado por ele.
Sem dívidas externas( ou praticamente sem) e com uma boa reserva de recursos, mesmo que com crescente relação de gastos.
Abraço.
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